"Eu não conheço metade de vocês como gostaria;e gosto de menos da metade de vocês a metade que vocês merecem" (Bilbo Bolseiro)
Meus métodos não são ortodoxos.
Eu acredito que tudo segue um padrão dentro da lei de ação e reação. Passamos a vida toda tentando entender estes padrões. É o que se dá o nome de "experiência". Uma pessoa de 60 anos compreende melhor os padrões do que uma de 20, por exemplo.
Os padrões - apesar de parecer controverso - são as variáveis mais prováveis de uma ocorrência. A análise destas ocorrências depende de fatores internos e externos do "objeto" em estudo.
Um exemplo de ocorrência: o vento agindo em uma folha específica em uma árvore. Fatores externos para análise podemos citar a força do vento, condições climáticas, posicionamento do galho, etc. Fatores internos podemos citar tamanho da folha, espécie, constituição (no que diz respeito ao estado da folha considerando a estação do ano e/ou condições climáticas), etc.
O cérebro humano - ainda - não consegue somar estes fatores e realizar complexas fórmulas físicas que nos permitiriam saber inclusive em que momento a folha se partiria do galho pela influência do vento (se é que isto viria mesmo a acontecer, ja que não definimos os fatores externos e internos da ocorrência). O universo = matemática.
Porém, conseguimos definir alguns padrões comportamentais e alguns básicos de ação e reação, o que nos leva ao ponto em que quero chegar. As questões comportamentais , por mais que se conte com o fator-surpresa "livre arbítrio", na maioria dos casos segue um padrão (normalmente as pessoas não procuram surpreender todo tempo, elas mantém um padrão para serem aceitas em um determinado grupo ou cultura). Seria possível definir as reações de uma pessoa através dos hormônios intra-cerebrais (Dopamina, relacionado à sensação de prazer, ocitocina relacionado ao ciúme, etc), mas como não temos estas informações e nosso cérebro não processa esta quantidade de dados para uma conclusão científica, resta-nos outra alternativa: aprender com erros e acertos através de tentativas. (...)
Então volto ao conceito já citado de que a "experiência" nada mais é do que a quantidade de conhecimento adquirido sobre estes padrões, sem que haja, necessariamente, conhecimento científico. A este tipo de análise concebível a nós deve-se manter o mesmo procedimento levando em consideração, óbviamente, o caráter da situação. Obs - Dissertar sobre estes detalhes seria demasiadamente longo inconveniente, já que cada indivíduo possui sua conduta e não estou aqui para convencer e nem para jogar as cartas na mesa.
Enfim, pra que isto tudo? Bom, somos livres para questionar o que nos é entregue em forma de paradigmas, como a maioria das coisas que nos cerca. Tudo parece simples demais, e o que é fácil é de domínio público. Observe, questione, reflita e encontre as suas verdades por si só. Mesmo que não seja ortodoxo.
"Uma vida não questionada não merece ser vivida"
(Platão)
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