quinta-feira, 30 de abril de 2009

Café, cigarros, uma varanda e um laptop com wireless...


...Numa manhã escrota fedendo a lixo de semanas e a mágoas de mais tempo ainda. Daqui da varanda dá pra ouvir os primeiros incômodos sonoros. Os operários daquele prédio que não termina nunca, ônibus, carros, ambulâncias, a voz da síndica, e os vizinhos... ah os vizinhos... Eu quero matá-los mas acho que daqui a pouco vou lá pedir um copo de café... talvez. Eu não gosto dessa gente. Tenho a impressão de que estão sempre confabulando contra mim. Odeio paredes finas. Odeio ser levemente... surdo. Odeio ser levemente... paranóico. Inclusive acabei de me levantar - e agir de forma educada com direito a um clássico "bom dia" - para dar passagem à escada à vizinha do lado e fui retribuído com um silêncio profundo, como se eu fosse um floco de poeira muito sabido, desses que dizem "pode me varrer" ou até mesmo desses que se levantam e dão licença. Enquanto isso a outra vizinha ouve "Hotel California" pela quarta vez no volume "estou de onda com a tua cara". Mais clássico do que ser incomodado - sonoramente falando - com Eagles é ser incomodado com The Mamas and the Papas! Não vamos incluir outras bandas ou estilos musicais brasileiros na lista pq assim como o Brasil tem muita coisa boa, existe o dobro de coisa ruim. Pagodeiro e funkeiro por aqui é como ladrão: morre um e nasce dois (o maior de todos os clichês ofensivos do rock: falar mal dessa estirpe).
Acabei transformando um post light da manhã num post wannabe Alborghetti.
Bom... a quem está lendo ficam meus sinceros agradecimentos. Este é um post sem qualquer significado profundo ou sequer superficial. Estou de mãos atadas com relação a música. Dependo de outras pessoas para dar continuidade ao projeto. E de que forma então o Diablo poderia se expressar sem quebrar os vidros da porta da sala? Na maioria das vezes tenho o intuito de escrever algo que tenha um contexto bacana e interpretativo e - na medida do possível - com alguma moral.

Mas hoje não. Este post é sobre um camarada aborrecido com o lixo, com as mágoas, com o prédio que não termina nunca, ônibus, carros, ambulâncias, a voz da síndica, e com os vizinhos... ah os vizinhos...

Eu quero matá-los.




... ou será mesmo uma boa idéia aquele copo de café?

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Hi mom... I'm fine, thanks. Really fine! And you?


Você bebe? Eu também! Se amarra num rock? Eu também! Você, guri... gosta de pegar uns menininhos na balada? Você, guria, acha massa trepar com uns caras de banda? Alguém ae tem peito de dizer "eu gosto de cheirar meu peido"? Tem?! Agora me diga se essas coisas são necessáriamente erradas... Há... ja se ligou né? Será esse post mais um discurso contra a hipocrisia? Te bateu aquele sentimento de "putz, nem vou mais ler isso pq ja sei toda a ladainha que se segue nesse tipo de texto"? Que ótimo, leitor! Significa que você tem a 'semente da verdade' dentro de você! Significa que seus valores incluem "honestidade" e algo do tipo "eu tenho direito de fazer o que quiser desde que não seja em detrimento do próximo". O corpo é seu! A mente é sua! Liberte seu corpo e mente! "Há de ser tudo da lei". Faça sua revolução pessoal pois a consciência individual reflete na coletividade.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Viu... Como se Faz?! (Ra-Tim-Bum)


Lasanha de queijo, espaguette, arroz, feijão, bolo, biscoito, torta, chocolate, salada, pipoca, ervilha, abobrinha, cebola, tomate, agrião, soja, quiabo, brigadeiro, batata frita, doritos, ruffles, torrada, goiabada, queijo, sorvete... Só não rola carne...


A casa continua uma zona, "um pouco mais limpo que um banheiro de rodoviária", ja diria a "síndica".


E Xigato (Drive-in) colando aqui na goma daqui a pouco...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

RELATÓRIO DE GRAVAÇÃO II: A DEVIL, A RABBIT, A BOX


Pois é fiotess... Flay e Henrique vieram diretamente do Rio de Janeiro para a gravação da música "Strong", um dos singles do projeto, por sua vez, ainda sem nome.

Foram dois dias em etsúdio, das 19:00 as 23:30. O processo envolveu a composição da letra (em inglês... sim, isso mesmo) pela Flay, desenvolvimento dos arranjos principalmente por Flay e Henrique, e a gravação dos vocais principais e backing vocals interpretados - divinamente - pela Flay.

Após as gravações, claro... sempre Augusta.
Na sexta (primeiro dia de gravação) ficamos socializando com os Fake Numbers e os Hevos na porta do Inferno. Um tempo depois Flay e Henrique foram embora por estarem cansados da vigem do Rio de Janeiro até São Paulo. Entrei no Inferno com minha namorada Mih e lá reencontramos a galera da Hevo, Fake Number, Hy-Fy, Mecanika, Lipstick, Upset Kids e nossos queridos cariocas da Phone Trio. Fomos parar mais tarde eu, Mih, Matheus (Phone Trio) e Madu (sim, essa Madu mesmo) num buteco em algum lugar na Augusta que agora eu definitivamente não me lembro... bom.... lembro de uma mesa, da Madu falando alto e do banheiro ganhar de longe desses de rodoviária no quisito "boca do inferno".
No sábado fomos do estúdio até o Tollocos, onde encontramos a Mih, enchemos a pança e fomos parar no Vitrine. Logo após os Phone Trio juntaram-se a nós na mesa (ver foto). Bebemos, conversamos e rimos até as 4:30 da manhã e fomos todos para suas casas / hotéis.
No domingo Flay e Henrique voltaram para o Rio de Janeiro para passar a páscoa com seus familiares e eu passei com minha mulher, feliz da vida.

A próxima data para gravação é esta sexta-feira, dia 17/04.
O que posso adiantar é que está ficando lindo e muito diferente do que a galera ta acostumada a ouvir no circuito powerpop (se é que pode se chamar assim) underground.
Conheça melhor o Estúdio GR, onde estamos gravando: www.myspace.com/estudiogrproducao

Aliás... estarei discotecando no dia seguinte, 18/04 no Circuito Bubbaloo, confira o e-flyer:
http://sp6.fotolog.com.br/photo/22/22/14/diablo_loiro/1239683980069_f.jpg


Se este post foi publicdo significa que a partir de agora eu consigo postar pelo celular hehehe!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Clipe

Prodigy - Smack My Bitch Up

WARNING! The following video by Prodigy contains scenes & languages of an adult nature which are not suitable for children.